Como são medidos a potência e o torque de um motor?

É muito comum ouvir esses termos na indústria automobilística, não é mesmo? E a quantidade de cavalos e do kgfm realmente dizem muito sobre o veículo. Um modelo, por exemplo, com um bom torque, arranca mais rapidamente e consegue enfrentar ladeiras com mais facilidade. Já a potência está diretamente relacionada à velocidade máxima atingida pelo carro.

Mas como esses valores são medidos? Existem principalmente duas maneiras: com o dinamômetro de rolo ou o dinamômetro de bancada.

No primeiro, o carro é colocado inteiro no equipamento e assim é calculado a energia que chega às rodas do automóvel. Coloca-se o eixo de tração em cima de um par de rolos e então é representada a rodagem do veículo em cima deles como se estivesse andando nas ruas ou estradas. Seu objetivo consiste em simular o comportamento do veículo completo e aferir a potência efetiva, em condições similares ao uso normal.

Porém, existem algumas perdas de energia à medida que o carro faz alguns movimentos mecânicos, como por exemplo, girar a embreagem. Neste caso, um motor pode ter 180 cavalos, mas na roda chegam apenas 120.

Já as montadoras preferem utilizar o dinamômetro de bancada para chegar aos valores de torque e potência. Com a temperatura e a pressão controladas no ambiente, apenas o motor é colocado no equipamento. O objetivo deste teste é extrair dados estáticos apenas do motor, sem a interferência da transmissão, agregados ou da influência do veículo sobre a performance.

Dependendo da posição do acelerador e da rotação do motor, é gerada uma determinada força em cima do dinamômetro, que é traduzida em torque. Quando se chega ao ponto de força máxima então é definido qual o torque do motor: geralmente ele se dá em rotações medianas de 2000 a 4000 RPM. O resultado obtido é aplicado em uma fórmula para se chegar ao valor real da potência. Para divulgar esses números no mercado, as montadoras traçam uma média de torque e potência.

Outros modelos mais avançados, conhecidos como dinamômetros dinâmicos, permitem a simulação de trocas de marcha, retomadas, reduções, curvas, ladeiras e outras condições de campo.

Os resultados obtidos nos testes podem ser entregues em 2D, com eixos X, geralmente de potência ou torque, contra o Y, de rotação, ou em gráficos em 3D, que possuem eixos X, Y e Z com torque potência e rotação e buscam encontrar os pontos de rendimento máximo, eficiência máxima e otimização de consumo.

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